Eles projetam um novo dispositivo para encontrar ruínas maias

Eles projetam um novo dispositivo para encontrar ruínas maias

Casey Calamaio, um estudante da Universidade do Alabama em Huntsville, desenvolveu um dispositivo voador que pode ajudar muito na descoberta de ruínas maias. Os povos maias, que se espalham por um vasto território que abrange cinco países atuais (México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador), são talvez um dos civilizações pré-colombianas mais enigmático de nossos tempos, e sua cultura mística, religião, linguagem e calendário geraram desde os estudos mais rigorosos até a conspiração mais rebuscada e teorias milenares.

O fato é que o mundo maia Parece estar envolta em uma nuvem de segredos e mistérios e, apesar de ter inúmeros sítios arqueológicos urbanos, muitos ainda estão por serem descobertos. O dispositivo em forma de helicóptero com uma minicâmera integrada permitirá a exploração aérea do território da floresta, em busca de cidades e ruínas escondidas entre a densa vegetação. Ele será testado na Guatemala na próxima semana.

Calamaio, junto com seu tutor Dr. Robert Griffin, passará três dias testando a câmera multiespectral em curtos períodos de vôo. nos limites das famosas ruínas de Tikal e Yaxha na Guatemala. As imagens em alta resolução extraídas podem lançar luz sobre os sinais de estresse vegetal nas plantas que circundam essas ruínas, para depois verificar se o que se vê do ar corresponde ao que realmente está no solo.

A vegetação que circunda as ruínas não é muito exuberante, pois os construtores maias extraíram os blocos de pedra, a cal e o gesso, privando as plantas de alguns nutrientes e umidade. Pois bem, a câmera serviria para detectar sinais na folhagem das plantas, como bordas afiadas ou figuras geométricas artificiais,que poderia indicar a presença de ruínas maias no ambiente.

A Wildlife Conservation Society apoiou o desenvolvimento deste dispositivo que poderia transformar o método arqueológico e aplicá-lo em outro lugar.

Romântico, no sentido artístico da palavra. Na minha adolescência, tanto a família como os amigos sempre me lembravam que eu era um humanista inveterado, pois passava muito tempo fazendo o que talvez outros não fizessem, acreditando ser Bécquer, imerso em minhas próprias fantasias artísticas, em livros e filmes, sempre querendo viajar e explorar o mundo, admirado pelo meu passado histórico e pelas maravilhosas produções do ser humano. Por isso decidi estudar História e combiná-la com História da Arte, porque me pareceu a forma mais adequada de realizar as competências e paixões que me caracterizam: ler, escrever, viajar, pesquisar, conhecer, dar a conhecer, educar. Divulgação é outra das minhas motivações, pois entendo que não existe palavra que tenha valor real se não for porque foi transmitida de forma eficaz. E com isso, estou decidido que tudo que faço na minha vida tem um propósito educacional.


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