Enterro canino asteca encontrado no México

Enterro canino asteca encontrado no México

É bem sabido que os cães eram animais sagrados com um simbolismo especial para os antigos habitantes astecas da América Central. No coração da capital do México, um local funerário apareceu sob um bloco de apartamentos de onde foram extraídos 12 cadáveres de cachorros, originalmente acompanhada por restos humanos ou simplesmente como parte de uma oferenda às divindades.

As autoridades do Instituto Nacional de Antropologia e História do México declararam que se trata de um achado excepcional, pois é a primeira vez que ossos de cachorro são encontrados juntos no mesmo cemitério.

O arqueólogo Rocío Morales Sánchez também acrescentou que o que é especial sobre o local é que não há conexões aparentes com outras construções ou com restos humanos. Intervalo de datas de sepultamento de cachorro entre 1350 e 1520 AC., no auge do Império Asteca. Sob os edifícios do bairro de Aztacapozalco, próximo ao local do funeral, também foram encontradas peças de cerâmica e outros objetos que permitiram a datação do cemitério.

As primeiras avaliações biológicas determinaram que se trata de cães de médio porte, possivelmente de Raça Teichichi, um antecessor do Chihuahua, e Xoloitzcuintle ou "cachorro mexicano sem pêlo", caracterizado por suas longas orelhas pontudas e pêlo muito curto.

Romântico, no sentido artístico da palavra. Na minha adolescência, tanto a família como os amigos sempre me lembravam que eu era um humanista inveterado, pois passava muito tempo fazendo o que talvez os outros nem tanto, acreditando ser Bécquer, imerso em minhas próprias fantasias artísticas, em livros e filmes, sempre com vontade de viajar explorar o mundo, admirado pelo meu passado histórico e pelas maravilhosas produções do ser humano. Por isso decidi estudar História e combiná-la com História da Arte, porque me pareceu a forma mais adequada de realizar as competências e paixões que me caracterizam: ler, escrever, viajar, pesquisar, conhecer, dar a conhecer, educar. Divulgação é outra das minhas motivações, pois entendo que não existe palavra que tenha valor real se não for porque foi transmitida de forma eficaz. E com isso, estou determinado a que tudo que faço na minha vida tenha um propósito educacional.


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