Estudos em um site da Geórgia revelam duas possíveis espécies diferentes de homo

Estudos em um site da Geórgia revelam duas possíveis espécies diferentes de homo

No campo Dmanisi na Geórgia Os restos mortais de ancestrais humanos foram encontrados e foram originalmente atribuídos à mesma espécie, a Homo erectus, que habitou a África e a região do Oriente Próximo há 1,8 milhão de anos. No entanto, um estudo detalhado das diferenças fisionômicas óbvias dos restos sugere a possibilidade de que sejam duas espécies diferentes.

Os especialistas se encontraram antes maxilares com grandes diferenças de tamanho, um deles muito mais longo do que o resto. Os menores são consistentes com o modelo físico do Homo erectus da África, enquanto o maior deles é um verdadeiro desconhecido. A hipótese de que pertence à família do Homo georgianus, uma espécie desconhecida que habitou centenas de milhares de anos depois em uma área geográfica muito específica.

Esta teoria foi desenvolvida pela equipe paleontológica do Centro Nacional de Pesquisa da Evolução Humana de Burgos, liderada por José María Bermúdez de Castro. Porém, a equipe de arqueólogos do Museu Nacional de Tbilisi discorda e suas investigações afirmam que o sítio Dmanisi era habitado por uma única espécie de homojá que a datação das peças não ultrapassa 1,7 milhão de anos, então, sem dúvida, pertencem ao gênero erectus.

Romântico, no sentido artístico da palavra. Na minha adolescência, tanto a família como os amigos sempre me lembravam que eu era um humanista inveterado, pois passava muito tempo fazendo o que talvez os outros nem tanto, acreditando ser Bécquer, imerso em minhas próprias fantasias artísticas, em livros e filmes, sempre com vontade de viajar explorar o mundo, admirado pelo meu passado histórico e pelas maravilhosas produções do ser humano. Por isso decidi estudar História e combiná-la com História da Arte, porque me pareceu a forma mais adequada de realizar as competências e paixões que me caracterizam: ler, escrever, viajar, pesquisar, conhecer, dar a conhecer, educar. Divulgação é outra das minhas motivações, pois entendo que não existe palavra que tenha valor real se não for porque foi transmitida de forma eficaz. E com isso, estou determinado a que tudo que faço na minha vida tenha um propósito educacional.


Vídeo: Pré-História - parte II