Eles encontram um novo mineral na pintura pré-histórica

Eles encontram um novo mineral na pintura pré-histórica

Sincronizar.
Um grupo de pesquisadores da UNED descobriu que a cor azulada de uma pintura do Abrigo Remacha, nos Hoces del Río Duratón (Segóvia), continha um mineral que não era utilizado para fins pictóricos na pré-história: a paracoquimbita.

Precisamente em Las Hoces del Río Duratón existem mais de trinta abrigos rochosos que os colonos pré-históricos utilizaram como murais para capturar suas pinturas. o Revestimento de rebite é um deles com mais de 180 pequenas imagens representando figuras humanas, animais e símbolos abstratos.

Pesquisadores da UNED analisaram seis micro-amostras das pinturas e descobriram a paracoquimbita, um mineral que nunca havia sido usado como componente da paleta pré-histórica.

Embora no momento sua origem seja desconhecida, Não está excluído que possa ter sido transferido de outro local por humanos para usá-lo como tinta. Parece improvável que o mineral tenha sido criado ali, pois não existem as condições químicas necessárias na pelagem, nem foram encontrados vestígios de paracoquimbita nas amostras vermelhas.

Encontramos um pigmento azulado contendo carbono amorfo e um sulfato de ferro não hidratado, chamado paracoquimbita.”, Explica Mercedes Iriarte, pesquisadora do Departamento de Ciências e Técnicas Físico-Químicas da UNED e principal autora do estudo. "Este mineral pulverizado não havia sido detectado até agora como parte da receita pictórica da pintura rupestre”.

o tamanho minúsculo dos componentes, com grãos menores que um mícron, mostra que os artistas pré-históricos usaram técnicas muito elaboradas, trabalhando duro o mineral até chegar a um pó fino.

Quanto mais fino o pó de pigmento, mais capacidade de revestimento ele tem”, Destaca Antonio Hernanz, pesquisador do Departamento de Ciências e Técnicas Físico-Químicas da UNED e outro dos autores do estudo.

além da paracoquimbita, Outros componentes comuns como carbonatos, quartzo, gesso e oxalatos de cálcio também foram encontrados. Os oxalatos permitirão datar as tintas já que contêm carbono em sua molécula.

A análise das amostras também indica o grau de degradação das tintas, principalmente devido à cristalização do gesso.

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Vídeo: ARTE NA PRE-HISTORIA