Astúrias perde financiamento dos EUA para duas escavações arqueológicas

Astúrias perde financiamento dos EUA para duas escavações arqueológicas

A Universidade de Columbia planejou investir 30.000 euros neste verão em duas escavações arqueológicas nas Astúrias dentro do projeto da Escola Internacional de Arqueologia. No entanto, os movimentos das administrações públicas do principado têm motivado a retirada de apoio para essas obras.

O caso mais surpreendente é o de Local de Faro, em Oviedo, onde o grupo de investigadores liderado por Alfonso Fanjul Pedraza passou quatro anos a trabalhar na procura de cerâmicas dos séculos XI e XII. A Universidade de Columbia já havia contribuído com fundos e alunos para este projeto e teria continuado este ano se não tivesse mudado de direção.

Dra. Megane Clarke, diretora da International School of Archaeology, considerou que Eticamente, as ações da Câmara Municipal e sua oposição a se envolver em qualquer escândalo relacionado ao tratamento favorável de ambas as empresas e da política regional foram condenáveis.. Por isso, a partir deste ano não participará mais das escavações.

O segundo projeto que ficará sem financiamento está em Tiñana, no concelho de Siero. Lá, a equipe de Fanjul localizou o resto do que se acreditava ser uma casta, mas uma revisão sugeriu que era parte de uma fortaleza militar das origens do reino das Astúrias.

Para este projeto, a universidade americana reservado 15.000 euros; mas, neste caso, o Principado não concedeu a permissão necessária para realizar a escavação.

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