A teoria do refrigerador dos arqueólogos suíços chega a um resultado legal

A teoria do refrigerador dos arqueólogos suíços chega a um resultado legal

Arqueólogos suíços parecem ter resolvido um mistério em um famoso sítio romano. Eles chegaram à conclusão de que alguns poços misteriosos no sítio arqueológico eram usados ​​como método de refrigeração. A equipe acredita que foi assim que os romanos preservaram sua comida na cidade antiga. Embora controversa, a teoria pode ajudar os especialistas a entender os buracos enigmáticos que há muito tempo confundem os investigadores.

A colônia romana no Reno

A equipe tem trabalhado no sítio arqueológico e no museu ao ar livre de Augusta Raurica, a cerca de 20 quilômetros de Basel. O local havia sido originalmente uma colônia romana - a mais antiga colônia conhecida no rio Reno. Tornou-se um grande centro urbano e eventualmente a capital da província local. Foi devastado durante uma invasão por tribos germânicas durante os 3 rd crise do século e a população foi reinstalada em outro lugar.

O local é rico em vestígios arqueológicos, incluindo uma basílica, fórum, teatro e aqueduto. Há também um conjunto de poços que se estendem por cerca de 4 metros (12 pés) de profundidade na terra. A razão para a construção dos poços há muito tempo perplexa os especialistas. Várias teorias foram propostas, incluindo uma que os poços eram usados ​​como locais para refrigerar suprimentos. De acordo com o SWI, os ‘romanos são conhecidos por usarem tais buracos para armazenar frutas, vegetais, ostras, queijo e outros produtos que estragam’.

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O teatro romano de Augusta Raurica. ( CC BY-SA 3.0 )

Testando a teoria

Uma equipe liderada pelo professor Peter-Andrew Schwarz da Universidade de Basel decidiu realizar um teste para determinar se os poços poderiam ser usados ​​para refrigerar alimentos e bebidas. Eles desenvolveram um experimento simples, eles colocaram uma garrafa de cerveja e outros itens em um poço em abril de 2018. Eles então, de acordo com o site The Local, 'embalados em neve-gelo compactada e cobertos com palha' no poço e suas paredes revestidas com canudo para ver se a cerveja e outros produtos podiam ser refrigerados. Esta técnica foi baseada em uma que ainda é praticada na ilha espanhola de Maiorca. Na semana passada, quatro meses depois de colocar os itens no poço, a equipe de especialistas, para sua alegria, descobriu que os itens ainda estavam frios.

Este teste não prova conclusivamente que os misteriosos poços eram usados ​​para refrigerar alimentos e bebidas. Mostra que é possível que tenha sido esse o caso. O Local relata que esta é a "terceira e mais bem-sucedida vez em que a equipe tentou recriar a" caixa fria "dos romanos. As tentativas anteriores não tiveram sucesso, embora gelo e neve tenham sido usados. Quando os membros da equipe da Universidade de Basel descobriram que a cerveja ainda estava gelada, eles comemoraram bebendo.

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Pavimento de mosaico com escravos servindo em banquete, encontrado em Dougga (séc. III dC). (CC BY-SA 2.0)

Uma geladeira, em teoria e agora na prática

A equipe suíça agora acredita que os poços em Augusta Raurica eram usados ​​para manter alimentos e estoques frescos e frescos durante os verões quentes. Os poços, como em seu experimento, foram preenchidos com neve e gelo durante o inverno e o início da primavera. Isso ajudou a manter os poços frios, assim como o fato de estarem no subsolo. Isso significaria que a população local poderia manter os suprimentos frescos em algum momento dos meses de verão. A capacidade de conservar alimentos faria com que os habitantes de Augusta Raurica tivessem acesso a alimentos perecíveis durante mais do ano, talvez contribuindo para o crescimento e desenvolvimento da colônia.

Conclusões Frias

O site em Augusta Raurica forneceu muitos insights importantes sobre a vida nas províncias romanas. O experimento conduzido pela equipe suíça pode mostrar que os romanos desenvolveram uma forma sofisticada de conservar seus alimentos. Deve-se notar que, embora o teste indique 'que os poços poderiam manter estoques, a equipe reconheceu que os poços não parecem ter sido capazes de manter a produção fria por um período prolongado.

Parece provável que haverá quem não aceite a teoria de que os eixos foram usados ​​para refrigeração, mas este teste provou ser uma função possível.


    Como funciona uma geladeira?

    A maioria das pessoas não saberia o que fazer sem uma geladeira, pois há poucas coisas que podem aliviar sua garganta seca tanto quanto um copo de água gelada.

    Embora existissem técnicas que as pessoas usavam nos tempos antigos para se abastecer de água fria, certamente não era tão fácil quanto abrir a porta de casa e pegar uma garrafa de água gelada. Mesmo que pudessem obter água fria para beber, certamente não teriam nada para manter a comida fresca por dias ou mesmo semanas.

    Felizmente, temos uma pequena coisa que faz todas essas coisas para nós e ndash uma geladeira!

    Neste artigo, daremos uma olhada na ciência da geladeira, em particular nas diferentes partes de uma geladeira e como elas realmente funcionam juntas para conservar nossos alimentos por longos períodos de tempo.


    Refrigeração

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    Refrigeração, o processo de remoção de calor de um espaço fechado ou de uma substância com o objetivo de diminuir a temperatura.

    Nas nações industrializadas e regiões afluentes do mundo em desenvolvimento, a refrigeração é usada principalmente para armazenar alimentos a baixas temperaturas, inibindo assim a ação destrutiva de bactérias, fermento e mofo. Muitos produtos perecíveis podem ser congelados, permitindo que sejam mantidos por meses e até anos com pouca perda de nutrição ou sabor ou mudança na aparência. O ar-condicionado, o uso de refrigeração para resfriamento de conforto, também se tornou comum em países mais desenvolvidos.

    Antes da introdução dos sistemas de refrigeração mecânica, povos antigos, incluindo gregos e romanos, resfriavam seus alimentos com gelo transportado das montanhas. Famílias ricas utilizavam depósitos de neve, fossos cavados no solo e isolados com madeira e palha, para armazenar o gelo. Desta forma, neve compactada e gelo podem ser preservados por meses. O gelo armazenado foi o principal meio de refrigeração até o início do século 20 e ainda é usado em algumas áreas.

    Na Índia e no Egito, o resfriamento evaporativo foi empregado. Se um líquido é vaporizado rapidamente, ele se expande rapidamente. As moléculas de vapor ascendentes aumentam abruptamente sua energia cinética. Grande parte desse aumento é extraído do entorno imediato do vapor, que é, portanto, resfriado. Assim, se a água for colocada em bandejas rasas durante as noites tropicais frias, sua rápida evaporação pode causar a formação de gelo nas bandejas, mesmo se o ar não cair abaixo de temperaturas de congelamento. Controlando as condições de evaporação, é possível formar até grandes blocos de gelo dessa maneira.

    O resfriamento causado pela rápida expansão dos gases é o principal meio de refrigeração hoje. A técnica de resfriamento evaporativo, conforme descrito até agora, é conhecida há séculos, mas os métodos fundamentais de refrigeração mecânica só foram descobertos em meados do século XIX. A primeira refrigeração artificial conhecida foi demonstrada por William Cullen na Universidade de Glasgow em 1748. Cullen deixou o éter etílico ferver em um vácuo parcial; entretanto, ele não usou o resultado para nenhum propósito prático. Em 1805, um inventor americano, Oliver Evans, projetou a primeira máquina de refrigeração que usava vapor em vez de líquido. Evans nunca construiu sua máquina, mas uma semelhante a ela foi construída por um médico americano, John Gorrie, em 1844.

    Acredita-se que a refrigeração comercial tenha sido iniciada por um empresário americano, Alexander C. Twinning, em 1856. Pouco depois, um australiano, James Harrison, examinou os refrigeradores usados ​​por Gorrie and Twinning e introduziu a refrigeração por compressão de vapor para a fabricação de cerveja e carne. indústrias de embalagem. Um sistema um pouco mais complexo foi desenvolvido por Ferdinand Carré da França em 1859. Ao contrário das máquinas de compressão de vapor anteriores, que usavam ar como refrigerante, o equipamento de Carré continha amônia em rápida expansão. (A amônia se liquefaz a uma temperatura muito mais baixa do que a água e, portanto, é capaz de absorver mais calor.) Os refrigeradores Carré eram amplamente usados ​​e a refrigeração por compressão de vapor se tornou, e ainda é, o método de resfriamento mais amplamente usado.

    Apesar do uso bem-sucedido da amônia, essa substância tinha uma séria desvantagem: se vazasse, era desagradável, além de tóxica. Os engenheiros de refrigeração procuraram substitutos aceitáveis ​​até a década de 1920, quando vários refrigerantes sintéticos foram desenvolvidos. A mais conhecida dessas substâncias foi patenteada sob a marca Freon. Quimicamente, Freon foi criado pela substituição de dois átomos de cloro e dois átomos de flúor pelos quatro átomos de hidrogênio no metano (CH4) o resultado, diclorofluorometano (CCl2F2), é inodoro e tóxico apenas em doses extremamente grandes.

    Os componentes básicos de um sistema moderno de refrigeração por compressão de vapor são um compressor, um condensador e um dispositivo de expansão, que pode ser uma válvula, um tubo capilar, um motor ou uma turbina e um evaporador. O refrigerante do gás é primeiro comprimido, geralmente por um pistão, e então empurrado através de um tubo para o condensador. No condensador, o tubo de enrolamento que contém o vapor passa pelo ar circulante ou por um banho de água, que remove parte da energia térmica do gás comprimido. O vapor resfriado é passado através de uma válvula de expansão para uma área de pressão muito mais baixa conforme o vapor se expande, ele retira a energia de sua expansão de seus arredores ou do meio em contato com ele. Os evaporadores podem resfriar diretamente um espaço, permitindo que o vapor entre em contato com a área a ser resfriada, ou eles podem agir indiretamente - isto é, resfriando um meio secundário, como água. Na maioria dos refrigeradores domésticos, a bobina que contém o evaporador entra em contato direto com o ar no compartimento de alimentos. Ao final do processo, o gás quente é puxado em direção ao compressor.

    Na década de 1960, certas características dos semicondutores começaram a ser utilizadas para refrigeração comercial. O principal deles foi o efeito Peltier, em homenagem ao químico francês Jean Peltier, que observou em 1834 que correntes elétricas passando pela junção de dois metais diferentes às vezes faziam a junção esfriar. Quando a junção é feita de semicondutores como o telureto de bismuto, o efeito Peltier é de magnitude suficiente para permitir seu uso comercial.

    The Editors of Encyclopaedia Britannica Este artigo foi revisado e atualizado mais recentemente por Adam Augustyn, Editor Gerente, Reference Content.


    Quanto tempo pode o queijo permanecer sem refrigeração?

    Como regra geral, queijos de pasta mole, incluindo queijo cottage, não devem ser mantidos fora da geladeira por mais de algumas horas. Alguns queijos duros podem ser deixados fora da geladeira quase indefinidamente, desde que o ambiente em que são armazenados seja mantido em uma faixa de temperatura que não exceda aproximadamente 80 graus Fahrenheit e o queijo seja armazenado adequadamente.

    Queijos de todos os tipos devem ser refrigerados entre 35 e 40 graus Fahrenheit para preservar o frescor e evitar o mofo. No entanto, como os queijos duros como o Parmesão e o Romano têm menos umidade, eles costumam permanecer frescos mesmo sem refrigeração. Queijos mais macios, como brie e ricota, têm mais umidade e, portanto, devem ser absolutamente refrigerados para evitar que se estraguem.


    O Processo de Adaptação

    Jean Piaget (1952 ver também Wadsworth, 2004) viu o crescimento intelectual como um processo de adaptação (ajuste) para o mundo. Isso acontece por meio da assimilação, acomodação e equilíbrio.

    Assimilação

    Piaget definiu assimilação como o processo cognitivo de encaixar novas informações em esquemas cognitivos, percepções e compreensão existentes. As crenças gerais e a compreensão do mundo não mudam como resultado das novas informações.

    Isso significa que, ao se deparar com novas informações, você as entende referindo-se às informações que já possui (informações processadas e aprendidas anteriormente) e tenta encaixar as novas informações nas informações que já possui.

    Por exemplo, uma criança de 2 anos vê um homem careca no alto da cabeça e com cabelos compridos e crespos nas laterais. Para o horror de seu pai, a criança grita "Palhaço, palhaço" (Siegler et al., 2003).

    Alojamento

    O psicólogo Jean Piaget definiu acomodação como o processo cognitivo de revisar esquemas cognitivos, percepções e compreensão existentes para que novas informações possam ser incorporadas. Isso acontece quando o esquema existente (conhecimento) não funciona e precisa ser alterado para lidar com um novo objeto ou situação.

    Para dar sentido a algumas novas informações, você realmente ajusta as informações que já possui (esquemas que já possui, etc.) para abrir espaço para essas novas informações.

    Por exemplo, uma criança pode ter um esquema para pássaros (penas, voar, etc.) e então ela vê um avião, que também voa, mas não se encaixaria em seu esquema de pássaro.

    No incidente do “palhaço”, o pai do menino explicou ao filho que o homem não era um palhaço e que embora seu cabelo fosse de palhaço, ele não estava usando uma fantasia engraçada e não estava fazendo bobagens para fazer as pessoas riso.

    Com esse novo conhecimento, o menino conseguiu mudar seu esquema de “palhaço” e fazer com que essa ideia se encaixasse melhor em um conceito padrão de “palhaço”.

    Equilíbrio

    Piaget acreditava que todo pensamento humano busca ordem e se sente incomodado com contradições e inconsistências nas estruturas de conhecimento. Em outras palavras, buscamos 'equilíbrio' em nossas estruturas cognitivas.

    O equilíbrio ocorre quando os esquemas de uma criança podem lidar com a maioria das novas informações por meio da assimilação. No entanto, um desagradável estado de desequilíbrio ocorre quando novas informações não podem ser encaixadas nos esquemas existentes (assimilação).

    Piaget acreditava que o desenvolvimento cognitivo não progredia em um ritmo constante, mas em pulos e saltos. O equilíbrio é a força que impulsiona o processo de aprendizagem, pois não gostamos de ser frustrados e procuraremos restaurar o equilíbrio, dominando o novo desafio (acomodação).


    Relatórios recentes de teoria científica revertida são prematuros

    O equipamento Fermilab Muon g-2 é usado para medir as propriedades magnéticas dos múons.

    Em 7 de abril de 2021, a comunidade científica mundial assistiu com atenção extasiada enquanto os cientistas baseados no Laboratório Fermi National Accelerator apresentavam um resultado de pesquisa que a mídia científica relatou fortemente. Uma nova medição discordou de forma muito significativa das previsões. Essa discordância pode ter sido uma forte evidência de que os cientistas teriam que repensar sua teoria. Essa é uma perspectiva empolgante, se for verdade. No entanto, um artigo teórico foi lançado no mesmo dia que o resultado experimental que coloca toda a situação em turbulência.

    A nova medição experimental envolveu as propriedades magnéticas de partículas subatômicas chamadas múons. Os múons são essencialmente primos pesados ​​do elétron. Como o elétron, o múon tem carga elétrica e gira. E qualquer carga elétrica giratória cria um ímã. É a força do ímã que os pesquisadores mediram.

    É possível para os cientistas calcular a relação entre a força do ímã e a quantidade que descreve a quantidade de spin. Ignorando algumas constantes, a razão entre a força magnética e a quantidade de spin é chamada de “g”. Usando a teoria quântica da década de 1930, é fácil mostrar que, para elétrons (e múons), g é exatamente igual a dois (g = 2).

    Medições em 1947 descobriram que essa previsão não estava certa. O valor medido de g foi mais próximo de 2,00238, ou cerca de 0,1% maior. Essa discrepância pode ter sido simplesmente um erro de medição, mas descobriu-se que a diferença era real. Logo após a medição, um físico chamado Julian Schwinger usou uma forma mais avançada de mecânica quântica e descobriu que a previsão anterior estava incompleta e o valor correto para g era de fato 2,00238. Schwinger dividiu o Prêmio Nobel de Física de 1965 com Richard Feynman e Sin-Itiro Tomonaga, por desenvolver esta forma mais avançada de mecânica quântica.

    Esta forma mais avançada de mecânica quântica considerou o efeito de uma partícula carregada no espaço ao seu redor. À medida que nos aproximamos de uma partícula carregada, o campo elétrico fica cada vez mais forte. Este campo fortalecido é acompanhado por energia. De acordo com a teoria da relatividade de Einstein, energia e massa são equivalentes, então o que acontece é que a energia do campo elétrico pode se converter temporariamente em um par de partículas, uma matéria e uma antimatéria. Essas duas partículas se convertem rapidamente em energia e o processo se repete. Na verdade, há tanta energia envolvida no campo elétrico perto, por exemplo, de um elétron, que a qualquer momento existem muitos pares de partículas de matéria e antimatéria ao mesmo tempo.

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    Um princípio denominado Princípio da Incerteza de Heisenberg se aplica aqui. Este princípio quântico diz que pares de partículas de matéria e antimatéria podem aparecer, mas apenas por um curto período de tempo. Além disso, quanto mais massivas são as partículas, mais difícil é para elas aparecerem, e elas vivem por um período de tempo menor.

    Como o elétron é a mais leve das partículas subatômicas carregadas, elas aparecem com mais frequência (junto com sua contraparte de antimatéria, chamada pósitron). Assim, ao redor de cada elétron está uma nuvem de energia do campo elétrico e uma segunda nuvem de elétrons e pósitrons entrando e saindo da existência.

    Essas nuvens são a razão pela qual o fator g para elétrons ou múons não é exatamente 2. O elétron ou múon interage com a nuvem e isso aumenta as propriedades magnéticas da partícula.

    Então essa é a grande ideia. Nas décadas seguintes, os cientistas tentaram medir as propriedades magnéticas de elétrons e múons com mais precisão. Alguns pesquisadores se concentraram em medir as propriedades magnéticas dos múons. A primeira experiência tentando fazer isso foi realizada em 1959 no laboratório CERN na Europa. Como os pesquisadores estavam mais interessados ​​nas novas correções quânticas do que na previsão dos anos 1930, eles subtraíram o "2" dos anos 1930 e apenas olharam para o excesso. Conseqüentemente, essa forma de experimento agora é chamada de experimento “g - 2”.

    O experimento inicial medindo as propriedades magnéticas do múon não era muito preciso, mas a situação melhorou com o passar dos anos. Em 2006, pesquisadores do Laboratório Nacional de Brookhaven em Long Island, Nova York, mediram um valor extremamente preciso para as propriedades magnéticas do múon. Eles mediram exatamente 2,0023318418, com uma incerteza de 0,0000000012. Esta é uma medição impressionante por qualquer padrão. (Os números das medidas podem ser encontrados neste URL (página 715).)

    O cálculo teórico das propriedades magnéticas do múon é igualmente impressionante. Um valor comumente aceito para o cálculo é 2,00233183620, com uma incerteza de 0,00000000086. Os dados e a previsão concordam, dígito por dígito para nove casas.

    Duas medições (vermelho e azul) das propriedades magnéticas do múon podem ser combinadas estatisticamente. [+] em uma medição experimental (rosa). Isso pode ser comparado a uma previsão teórica (verde), e a previsão e a medição não estão de acordo.

    Implicações

    Essa boa concordância deve ser aplaudida, mas a característica interessante está em uma pequena discordância remanescente. Os cientistas retiram todos os números que concordam e refazem a comparação. Neste caso, o número teórico é 362,0 ± 8,6 e o ​​número experimental é 418 ± 12. Os dois discordam por 56 com uma incerteza de 14,8.

    Quando alguém compara dois números gerados independentemente, espera-se uma discordância, mas a concordância deve ser aproximadamente do mesmo tamanho que a incerteza. Aqui, a discordância é 3,8 vezes a incerteza. Isso é estranho e pode significar que uma descoberta foi feita. Ou pode significar que uma das duas medições está simplesmente errada. Qual é?

    Para testar o resultado experimental, outra medição foi feita. Em abril de 2021, pesquisadores do Fermilab, o principal laboratório de física de partículas da América, repetiram a medição de Brookhaven. Eles relataram um número que estava de acordo com a medição de Brookhaven. Quando combinam seus dados e os dados de Brookhaven, eles encontram um resultado de 2,00233184122 ± 0,00000000082. Sem os números que concordam entre os dados e a teoria, o estado da arte atual é:

    Previsão teórica: 362,0 ± 8,6

    Medição experimental: 412,2 ± 8,2

    Essa discordância é substancial, e muitos relataram que esta é uma boa evidência de que a teoria atual precisará ser revisada para acomodar a medição.

    No entanto, essa conclusão pode ser prematura. No mesmo dia da divulgação do resultado experimental, foi publicada outra estimativa teórica que discorda da anterior. Além disso, a nova estimativa teórica está de acordo com a previsão experimental.

    Dois cálculos teóricos são comparados a uma medição (rosa). O cálculo antigo discorda. [+] com a medição, mas o novo cálculo QCD da rede concorda bastante. A diferença entre as duas previsões significa que qualquer reivindicação de descoberta é prematura.

    Adaptado da revista Science.

    Como a teoria é feita

    Cálculos teóricos de física de partículas são difíceis de fazer. Na verdade, os cientistas não têm as ferramentas matemáticas necessárias para resolver muitos problemas com exatidão. Em vez disso, eles substituem o problema real por uma aproximação e resolvem a aproximação.

    A maneira como isso é feito para as propriedades magnéticas do múon é que eles olham para a nuvem de partículas ao redor do múon e perguntam qual delas é responsável pelo maior efeito. Eles calculam a contribuição dessas partículas. Em seguida, eles passam para o próximo contribuidor mais importante e repetem o processo. Algumas das contribuições são relativamente fáceis, mas outras não.

    Embora as partículas ao redor do múon sejam frequentemente elétrons e seus elétrons de antimatéria, algumas das partículas na nuvem são quarks, que são partículas normalmente encontradas dentro de prótons e nêutrons. Quarks são mais pesados ​​que elétrons e também interagem com a forte carga nuclear. Essa forte interação significa que os quarks não interagem apenas com o múon, os quarks interagem com outros quarks na nuvem. Isso torna difícil calcular seu efeito nas propriedades magnéticas do múon.

    Então, historicamente, os cientistas têm usado outras medições de dados para obter uma estimativa da contribuição dos quarks para o magnetismo do múon. Com essa técnica, eles descobriram a discrepância entre a previsão e a medição.

    No entanto, uma nova técnica foi empregada que prevê a contribuição causada pelos quarks. Esta nova técnica é chamada de “grade QCD,” onde QCD é a teoria convencional de interações de força nuclear forte. Lattice QCD é uma técnica interessante, onde os cientistas montam uma grade tridimensional e calculam o efeito da força forte nessa grade. Lattice QCD é um método de força bruta e teve sucesso no passado. Mas esta é a primeira tentativa completa de empregar a técnica para as propriedades magnéticas dos múons.

    Este novo cálculo de QCD de rede difere da previsão teórica anterior. Na verdade, está muito mais próximo do resultado experimental.

    Então, onde isso nos deixa? Quando os resultados do Fermilab foram divulgados, parecia que a medição e a previsão discordavam substancialmente, sugerindo que talvez precisássemos modificar nossa teoria para fazê-la concordar com os dados. No entanto, agora temos a situação perturbadora de que talvez a teoria não estivesse certa. Talvez o novo cálculo de QCD da rede esteja correto. Nesse caso, não há discrepância entre os dados e a previsão.

    Acho que o ponto principal é que toda a situação é incerta e é muito cedo para tirar qualquer conclusão. O cálculo da QCD da rede é certamente interessante, mas é novo e também nem todos os cálculos da QCD da rede concordam. E a versão do Fermilab do experimento que mede as propriedades magnéticas do múon está apenas começando. Eles relataram apenas 6% do total de dados que esperam registrar e analisar.

    As medições de precisão das propriedades magnéticas dos múons têm o potencial de reescrever a física. Mas isso só é verdade se a medição e as previsões forem exatas e precisas, e não estivermos realmente prontos para concluir que ambas estão completas. Parece que a medição experimental é bastante sólida, embora os pesquisadores estejam constantemente procurando por falhas esquecidas. E o lado da teoria ainda é um pouco obscuro, com muito trabalho necessário para entender os detalhes do cálculo da rede QCD.

    Acho que é seguro dizer que ainda estamos muitos anos para resolver esta questão. Este é, sem dúvida, um estado de coisas insatisfatório, mas para você isso é ciência na fronteira do conhecimento. Esperamos quase duas décadas para obter uma medição melhorada das propriedades magnéticas dos múons. Podemos esperar mais alguns anos enquanto os cientistas trabalham duro para descobrir tudo.


    As coisas parecem ruins, mas este é realmente o momento mais pacífico da história da humanidade

    Postado em 12 de setembro de 2019 02:53:07

    & # 8220De todos os conflitos em andamento, nenhum é uma guerra ativa entre os países. & # 8221 Este é o cerne do argumento de Kurzgesagt & # 8211 In a Nutshell faz com que a guerra esteja, bem, acabada.

    Sim, existem guerras civis e, sim, existem conflitos locais - ou mesmo conflitos internacionais (por exemplo, os Estados Unidos continuam a lutar contra organizações terroristas em todo o mundo), mas seu impacto é muito menor do que uma guerra entre nações.

    & # 8220Quando duas nações entram em guerra, podem mobilizar forças muito maiores, ter acesso a todos os recursos e logística do estado & # 8217s e quase toda a população & # 8221 narra o anfitrião de A guerra acabou? - Um Paradoxo Explicado. Este vídeo de 2014 (veja abaixo) ainda sustenta e explora a noção de que os humanos estão de fato aprendendo com o passado - e talvez até mesmo eliminando a guerra gradualmente.

    O mundo ainda está se recuperando da Guerra Fria e do colonialismo, mas, mesmo assim, muitas tendências positivas estão sendo observadas. De acordo com o vídeo, a vitória de um lado da guerra civil era muito comum até 1989, mas hoje, finais negociados aumentaram.

    Também há menos ataques entre estados-nação, o que o vídeo atribui aos quatro motivos a seguir:

    A Rússia causa muitos problemas, entretanto & # 8230

    1. Democratização

    As democracias dificilmente lutam entre si. O exemplo mais recente é a Guerra Russo-Georgiana de 2008, um conflito de uma semana que terminou com um acordo de cessar-fogo.

    Pense em como seriam os números das bilheterias sem a China & # 8230

    2. Globalização

    A guerra não é um meio eficaz de atingir objetivos econômicos. Pense nos interesses mútuos, digamos, dos Estados Unidos e da China - embora nossas ideologias políticas sejam diferentes, dependemos muito uns dos outros para o progresso financeiro.

    A Organização das Nações Unidas é uma organização internacional fundada em 1945. Atualmente é composta por 193 Estados Membros.

    (Foto ONU de João Araujo Pinto)

    3. & # 8220 A guerra é tão século 20 & # 8221

    Existem entidades internacionais que governam as leis da guerra agora. A Convenção de Genebra e a Convenção de Haia são dois exemplos principais, assim como as Nações Unidas.

    Nagorno-Karabakh é um território disputado dentro do Azerbaijão, que permanece suscetível a escaramuças na fronteira e ataques militares, apesar das negociações de paz e dos esforços para manter um cessar-fogo.

    4. As bordas estão praticamente consertadas agora

    & # 8220Após a Segunda Guerra Mundial, as guerras territoriais geralmente pararam quando a maioria dos países se comprometeu a aceitar as fronteiras internacionais. & # 8221 Ainda existem conflitos e disputas de fronteira, mas as entidades internacionais mencionadas frequentemente intervirão, garantindo resoluções muito mais pacíficas do que antes.

    O vídeo mostra o caminho para a paz eterna - ou pelo menos o marcador para ela. Confira abaixo:

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    PODEROSA HISTÓRIA

    Ética na produção de chocolate

    De acordo com o Slave Free Chocolate, 2,3 milhões de crianças trabalham na produção de chocolate em Gana e C & ocircte d'Ivoire, onde são vulneráveis ​​ao tráfico, escravidão e outras práticas violentas de trabalho. O Fórum Internacional de Direitos do Trabalho relata que essas crianças são freqüentemente expostas a produtos químicos, trabalham muitas horas e não têm educação. De acordo com Epicure and Culture, muitas crianças são vendidas como escravas e nunca mais vêem suas famílias. Outros são sequestrados.

    Embora o Protocolo Harkin-Engel de 2001 tenha sido elaborado para impedir o trabalho infantil na indústria do chocolate, de acordo com o Projeto Liberdade da CNN, pouca coisa mudou. Os prazos para ação foram repetidamente adiados.

    Os consumidores que desejam chocolate ético devem buscar certificações designando Fair Trade, Rain Forest Alliance, UTZ e Fair for Life, de acordo com o guia Slave Free Chocolate & rsquos para empresas de chocolate.

    A produção de chocolate também pode prejudicar o meio ambiente. Os fazendeiros freqüentemente desmatam as florestas para abrir espaço para as plantações de cacau. De acordo com o World Wildlife Fund, cerca de 70 por cento do desmatamento ilegal da C & ocircte d'Ivoire está relacionado ao cultivo de cacau. Um perigo do desmatamento é a erosão do solo, que pode tornar a terra menos fértil para as plantas de cacau, criando um ciclo vicioso, de acordo com a Confectionary News.


    Por que uma era do gelo ocorre a cada 100.000 anos: Clima e efeitos de feedback explicados

    A ciência tem se esforçado para explicar completamente por que uma era do gelo ocorre a cada 100.000 anos. Como os pesquisadores agora demonstram com base em uma simulação de computador, não apenas as variações na insolação desempenham um papel importante, mas também a influência mútua dos continentes glaciais e do clima.

    As idades do gelo e os períodos quentes se alternaram com bastante regularidade na história da Terra: o clima da Terra esfria aproximadamente a cada 100.000 anos, com vastas áreas da América do Norte, Europa e Ásia sendo soterradas sob espessas camadas de gelo. Eventualmente, o pêndulo oscila para trás: fica mais quente e as massas de gelo derretem. Embora geólogos e físicos do clima tenham encontrado evidências sólidas desse ciclo de 100.000 anos em morenas glaciais, sedimentos marinhos e gelo ártico, até agora eles foram incapazes de encontrar uma explicação plausível para isso.

    Usando simulações de computador, uma equipe japonesa, suíça e americana, incluindo Heinz Blatter, professor emérito de climatologia física na ETH Zurique, conseguiu demonstrar que o intercâmbio entre a era do gelo e o período quente depende fortemente da influência alternada dos mantos de gelo continentais and climate.

    "If an entire continent is covered in a layer of ice that is 2,000 to 3,000 metres thick, the topography is completely different," says Blatter, explaining this feedback effect. "This and the different albedo of glacial ice compared to ice-free earth lead to considerable changes in the surface temperature and the air circulation in the atmosphere." Moreover, large-scale glaciation also alters the sea level and therefore the ocean currents, which also affects the climate.

    Weak effect with a strong impact

    As the scientists from Tokyo University, ETH Zurich and Columbia University demonstrated in their paper published in the journal Nature, these feedback effects between Earth and the climate occur on top of other known mechanisms. It has long been clear that the climate is greatly influenced by insolation on long-term time scales. Because Earth's rotation and its orbit around the sun periodically change slightly, the insolation also varies. If you examine this variation in detail, different overlapping cycles of around 20,000, 40,000 and 100,000 years are recognisable.

    Given the fact that the 100,000-year insolation cycle is comparatively weak, scientists could not easily explain the prominent 100,000-year-cycle of the ice ages with this information alone. With the aid of the feedback effects, however, this is now possible.

    Simulating the ice and climate

    The researchers obtained their results from a comprehensive computer model, where they combined an ice-sheet simulation with an existing climate model, which enabled them to calculate the glaciation of the northern hemisphere for the last 400,000 years. The model not only takes the astronomical parameter values, ground topography and the physical flow properties of glacial ice into account but also especially the climate and feedback effects. "It's the first time that the glaciation of the entire northern hemisphere has been simulated with a climate model that includes all the major aspects," says Blatter.

    Using the model, the researchers were also able to explain why ice ages always begin slowly and end relatively quickly. The ice-age ice masses accumulate over tens of thousands of years and recede within the space of a few thousand years. Now we know why: it is not only the surface temperature and precipitation that determine whether an ice sheet grows or shrinks. Due to the aforementioned feedback effects, its fate also depends on its size. "The larger the ice sheet, the colder the climate has to be to preserve it," says Blatter. In the case of smaller continental ice sheets that are still forming, periods with a warmer climate are less likely to melt them. It is a different story with a large ice sheet that stretches into lower geographic latitudes: a comparatively brief warm spell of a few thousand years can be enough to cause an ice sheet to melt and herald the end of an ice age.

    The Milankovitch cycles

    The explanation for the cyclical alternation of ice and warm periods stems from Serbian mathematician Milutin Milankovitch (1879-1958), who calculated the changes in Earth's orbit and the resulting insolation on Earth, thus becoming the first to describe that the cyclical changes in insolation are the result of an overlapping of a whole series of cycles: the tilt of Earth's axis fluctuates by around two degrees in a 41,000-year cycle. Moreover, Earth's axis gyrates in a cycle of 26,000 years, much like a spinning top. Finally, Earth's elliptical orbit around the sun changes in a cycle of around 100,000 years in two respects: on the one hand, it changes from a weaker elliptical (circular) form into a stronger one. On the other hand, the axis of this ellipsis turns in the plane of Earth's orbit. The spinning of Earth's axis and the elliptical rotation of the axes cause the day on which Earth is closest to the sun (perihelion) to migrate through the calendar year in a cycle of around 20,000 years: currently, it is at the beginning of January in around 10,000 years, however, it will be at the beginning of July.

    Based on his calculations, in 1941 Milankovitch postulated that insolation in the summer characterises the ice and warm periods at sixty-five degrees north, a theory that was rejected by the science community during his lifetime. From the 1970s, however, it gradually became clearer that it essentially coincides with the climate archives in marine sediments and ice cores. Nowadays, Milankovitch's theory is widely accepted. "Milankovitch's idea that insolation determines the ice ages was right in principle," says Blatter. "However, science soon recognised that additional feedback effects in the climate system were necessary to explain ice ages. We are now able to name and identify these effects accurately."


    Myths of the American Revolution

    We think we know the Revolutionary War. After all, the American Revolution and the war that accompanied it not only determined the nation we would become but also continue to define who we are. The Declaration of Independence, the Midnight Ride, Valley Forge—the whole glorious chronicle of the colonists’ rebellion against tyranny is in the American DNA. Often it is the Revolution that is a child’s first encounter with history.

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    Yet much of what we know is not entirely true. Perhaps more than any defining moment in American history, the War of Independence is swathed in beliefs not borne out by the facts. Here, in order to form a more perfect understanding, the most significant myths of the Revolutionary War are reassessed.

    I. Great Britain Did Not Know What It Was Getting Into

    In the course of England’s long and unsuccessful attempt to crush the American Revolution, the myth arose that its government, under Prime Minister Frederick, Lord North, had acted in haste. Accusations circulating at the time—later to become conventional wisdom—held that the nation’s political leaders had failed to comprehend the gravity of the challenge.

    Actually, the British cabinet, made up of nearly a score of ministers, first considered resorting to military might as early as January 1774, when word of the Boston Tea Party reached London. (Recall that on December 16, 1773, protesters had boarded British vessels in Boston Harbor and destroyed cargoes of tea, rather than pay a tax imposed by Parliament.) Contrary to popular belief both then and now, Lord North’s government did not respond impulsively to the news. Throughout early 1774, the prime minister and his cabinet engaged in lengthy debate on whether coercive actions would lead to war. A second question was considered as well: Could Britain win such a war?

    By March 1774, North’s government had opted for punitive measures that fell short of declaring war. Parliament enacted the Coercive Acts—or Intolerable Acts, as Americans called them—and applied the legislation to Massachusetts alone, to punish the colony for its provocative act. Britain’s principal action was to close Boston Harbor until the tea had been paid for. England also installed Gen. Thomas Gage, commander of the British Army in America, as governor of the colony. Politicians in London chose to heed the counsel of Gage, who opined that the colonists would “be lyons whilst we are lambs but if we take the resolute part they will be very meek.”

    Britain, of course, miscalculated hugely. In September 1774, colonists convened the First Continental Congress in Philadelphia the members voted to embargo British commerce until all British taxes and the Coercive Acts were repealed. News of that vote reached London in December. A second round of deliberations within North’s ministry ensued for nearly six weeks.

    Throughout its deliberations, North’s government agreed on one point: the Americans would pose little challenge in the event of war. The Americans had neither a standing army nor a navy few among them were experienced officers. Britain possessed a professional army and the world’s greatest navy. Furthermore, the colonists had virtually no history of cooperating with one another, even in the face of danger. In addition, many in the cabinet were swayed by disparaging assessments of American soldiers leveled by British officers in earlier wars. For instance, during the French and Indian War (1754-63), Brig. Gen. James Wolfe had described America’s soldiers as “cowardly dogs.” Henry Ellis, the royal governor of Georgia, nearly simultaneously asserted that the colonists were a “poor species of fighting men” given to “a want of bravery.”

    Still, as debate continued, skeptics—especially within Britain’s army and navy—raised troubling questions. Could the Royal Navy blockade the 1,000-mile-long American coast? Couldn’t two million free colonists muster a force of 100,000 or so citizen-soldiers, nearly four times the size of Britain’s army in 1775? Might not an American army of this size replace its losses more easily than Britain? Was it possible to supply an army operating 3,000 miles from home? Could Britain subdue a rebellion across 13 colonies in an area some six times the size of England? Could the British Army operate deep in America’s interior, far from coastal supply bases? Would a protracted war bankrupt Britain? Would France and Spain, England’s age-old enemies, aid American rebels? Was Britain risking starting a broader war?

    After the Continental Congress convened, King George III told his ministers that “blows must decide” whether the Americans “submit or triumph.”

    North’s government agreed. To back down, the ministers believed, would be to lose the colonies. Confident of Britain’s overwhelming military superiority and hopeful that colonial resistance would collapse after one or two humiliating defeats, they chose war. The Earl of Dartmouth, who was the American Secretary, ordered General Gage to use “a vigorous Exertion of. Force” to crush the rebellion in Massachusetts. Resistance from the Bay Colony, Dartmouth added, “cannot be very formidable.”

    II. Americans Of All Stripes Took Up Arms Out Of Patriotism

    The term “spirit of 󈦬” refers to the colonists’ patriotic zeal and has always seemed synonymous with the idea that every able-bodied male colonist resolutely served, and suffered, throughout the eight-year war.

    To be sure, the initial rally to arms was impressive. When the British Army marched out of Boston on April 19, 1775, messengers on horseback, including Boston silversmith Paul Revere, fanned out across New England to raise the alarm. Summoned by the feverish pealing of church bells, militiamen from countless hamlets hurried toward Concord, Massachusetts, where the British regulars planned to destroy a rebel arsenal. Thousands of militiamen arrived in time to fight 89 men from 23 towns in Massachusetts were killed or wounded on that first day of war, April 19, 1775. By the next morning, Massachusetts had 12 regiments in the field. Connecticut soon mobilized a force of 6,000, one-quarter of its military-age men. Within a week, 16,000 men from the four New England colonies formed a siege army outside British-occupied Boston. In June, the Continental Congress took over the New England army, creating a national force, the Continental Army. Thereafter, men throughout America took up arms. It seemed to the British regulars that every able-bodied American male had become a soldier.

    But as the colonists discovered how difficult and dangerous military service could be, enthusiasm waned. Many men preferred to remain home, in the safety of what Gen. George Washington described as their “Chimney Corner.” Early in the war, Washington wrote that he despaired of “compleating the army by Voluntary Inlistments.” Mindful that volunteers had rushed to enlist when hostilities began, Washington predicted that “after the first emotions are over,” those who were willing to serve from a belief in the “goodness of the cause” would amount to little more than “a drop in the Ocean.” He was correct. As 1776 progressed, many colonies were compelled to entice soldiers with offers of cash bounties, clothing, blankets and extended furloughs or enlistments shorter than the one-year term of service established by Congress.

    The following year, when Congress mandated that men who enlisted must sign on for three years or the duration of the conflict, whichever came first, offers of cash and land bounties became an absolute necessity. The states and the army also turned to slick-tongued recruiters to round up volunteers. General Washington had urged conscription, stating that “the Government must have recourse to coercive measures.” In April 1777, Congress recommended a draft to the states. By the end of 1778, most states were conscripting men when Congress’ voluntary enlistment quotas were not met.

    Moreover, beginning in 1778, the New England states, and eventually all Northern states, enlisted African-Americans, a practice that Congress had initially forbidden. Ultimately, some 5,000 blacks bore arms for the United States, approximately 5 percent of the total number of men who served in the Continental Army. The African-American soldiers made an important contribution to America’s ultimate victory. In 1781, Baron Ludwig von Closen, a veteran officer in the French Army, remarked that the “best [regiment] under arms” in the Continental Army was one in which 75 percent of the soldiers were African-Americans.

    Longer enlistments radically changed the composition of the Army. Washington’s troops in 1775-76 had represented a cross section of the free male population. But few who owned farms were willing to serve for the duration, fearing loss of their property if years passed without producing revenue from which to pay taxes. After 1777, the average Continental soldier was young, single, propertyless, poor and in many cases an outright pauper. In some states, such as Pennsylvania, up to one in four soldiers was an impoverished recent immigrant. Patriotism aside, cash and land bounties offered an unprecedented chance for economic mobility for these men. Joseph Plumb Martin of Milford, Connecticut, ac­knowledged that he had enlisted for the money. Later, he would recollect the calculation he had made at the time: “As I must go, I might as well endeavor to get as much for my skin as I could.” For three-quarters of the war, few middle-class Americans bore arms in the Continental Army, although thousands did serve in militias.

    III. Continental Soldiers Were Always Ragged And Hungry

    Accounts of shoeless continental army soldiers leaving bloody footprints in the snow or going hungry in a land of abundance are all too accurate. Take, for example, the experience of Connecticut’s Private Martin. While serving with the Eighth Connecticut Continental Regiment in the autumn of 1776, Martin went for days with little more to eat than a handful of chestnuts and, at one point, a portion of roast sheep’s head, remnants of a meal prepared for those he sarcastically referred to as his “gentleman officers.” Ebenezer Wild, a Massachusetts soldier who served at Valley Forge in the terrible winter of 1777-78, would recall that he subsisted for days on “a leg of nothing.” One of his comrades, Dr. Albigence Waldo, a Continental Army surgeon, later reported that many men survived largely on what were known as fire cakes (flour and water baked over coals). One soldier, Waldo wrote, complained that his “glutted Gutts are turned to Pasteboard.” The Army’s supply system, imperfect at best, at times broke down altogether the result was misery and want.

    But that was not always the case. So much heavy clothing arrived from France at the beginning of the winter in 1779 that Washington was compelled to locate storage facilities for his surplus.

    In a long war during which American soldiers were posted from upper New York to lower Georgia, conditions faced by the troops varied widely. For instance, at the same time that Washington’s siege army at Boston in 1776 was well supplied, many American soldiers, engaged in the failed invasion of Quebec staged from Fort Ticonderoga in New York, endured near starvation. While one soldier in seven was dying from hunger and disease at Valley Forge, young Private Martin, stationed only a few miles away in Downingtown, Pennsylvania, was assigned to patrols that foraged daily for army provisions. “We had very good provisions all winter,” he would write, adding that he had lived in “a snug room.” In the spring after Valley Forge, he encountered one of his former officers. “Where have you been this winter?” inquired the officer. “Why you are as fat as a pig.”

    4. The Militia Was Useless

    The nation’s first settlers adopted the British militia system, which required all able-bodied men between 16 and 60 to bear arms. Some 100,000 men served in the Continental Army during the Revolutionary War. Probably twice that number soldiered as militiamen, for the most part defending the home front, functioning as a police force and occasionally engaging in enemy surveillance. If a militia company was summoned to active duty and sent to the front lines to augment the Continentals, it usually remained mobilized for no more than 90 days.

    Some Americans emerged from the war convinced that the militia had been largely ineffective. No one did more to sully its reputation than General Washington, who insisted that a decision to “place any dependence on Militia is assuredly resting on a broken staff.”

    Militiamen were older, on average, than the Continental soldiers and received only perfunctory training few had experienced combat. Washington complained that militiamen had failed to exhibit “a brave & manly opposition” in the battles of 1776 on Long Island and in Manhattan. At Camden, South Carolina, in August 1780, militiamen panicked in the face of advancing redcoats. Throwing down their weapons and running for safety, they were responsible for one of the worst defeats of the war.

    Yet in 1775, militiamen had fought with surpassing bravery along the Concord Road and at Bunker Hill. Nearly 40 percent of soldiers serving under Washington in his crucial Christmas night victory at Trenton in 1776 were militiamen. In New York state, half the American force in the vital Saratoga campaign of 1777 consisted of militiamen. They also contributed substantially to American victories at Kings Mountain, South Carolina, in 1780 and Cowpens, South Carolina, the following year. In March 1781, Gen. Nathanael Greene adroitly deployed his militiamen in the Battle of Guilford Courthouse (fought near present-day Greensboro, North Carolina). In that engagement, he inflicted such devastating losses on the British that they gave up the fight for North Carolina.

    The militia had its shortcomings, to be sure, but America could not have won the war without it. As a British general, Earl Cornwallis, wryly put it in a letter in 1781, “I will not say much in praise of the militia, but the list of British officers and soldiers killed and wounded by them. proves but too fatally they are not wholly contemptible.”

    V. Saratoga Was The War’s Turning Point

    On October 17, 1777, British Gen. John Burgoyne surrendered 5,895 men to American forces outside Saratoga, New York. Those losses, combined with the 1,300 men killed, wounded and captured during the preceding five months of Burgoyne’s campaign to reach Albany in upstate New York, amounted to nearly one-quarter of those serving under the British flag in America in 1777.

    The defeat persuaded France to form a military alliance with the United States. Previously, the French, even though they believed that London would be fatally weakened by the loss of its American colonies, had not wished to take a chance on backing the new American nation. General Washington, who rarely made optimistic pronouncements, exulted that France’s entry into the war in February 1778 had introduced “a most happy tone to all our affairs,” as it “must put the Independency of America out of all manner of dispute.”

    But Saratoga was not the turning point of the war. Protracted conflicts—the Revolutionary War was America’s longest military engagement until Vietnam nearly 200 years later—are seldom defined by a single decisive event. In addition to Saratoga, four other key moments can be identified. The first was the combined effect of victories in the fighting along the Concord Road on April 19, 1775, and at Bunker Hill near Boston two months later, on June 17. Many colonists had shared Lord North’s belief that American citizen-soldiers could not stand up to British regulars. But in those two engagements, fought in the first 60 days of the war, American soldiers—all militiamen—inflicted huge casualties. The British lost nearly 1,500 men in those encounters, three times the American toll. Without the psychological benefits of those battles, it is debatable whether a viable Continental Army could have been raised in that first year of war or whether public morale would have withstood the terrible defeats of 1776.

    Between August and November of 1776, Washington’s army was driven from Long Island, New York City proper and the rest of Manhattan Island, with some 5,000 men killed, wounded and captured. But at Trenton in late December 1776, Washington achieved a great victory, destroying a Hessian force of nearly 1,000 men a week later, on January 3, he defeated a British force at Princeton, New Jersey. Washington’s stunning triumphs, which revived hopes of victory and permitted recruitment in 1777, were a second turning point.

    A third turning point occurred when Congress abandoned one-year enlistments and transformed the Continental Army into a standing army, made up of regulars who volunteered—or were conscripted—for long-term service. A standing army was contrary to American tradition and was viewed as unacceptable by citizens who understood that history was filled with instances of generals who had used their armies to gain dictatorial powers. Among the critics was Massachusetts’ John Adams, then a delegate to the Second Continental Congress. In 1775, he wrote that he feared a standing army would become an “armed monster” composed of the “meanest, idlest, most intemperate and worthless” men. By autumn, 1776, Adams had changed his view, remarking that unless the length of enlistment was extended, “our inevitable destruction will be the Consequence.” At last, Washington would get the army he had wanted from the outset its soldiers would be better trained, better disciplined and more experienced than the men who had served in 1775-76.

    The campaign that unfolded in the South during 1780 and 1781 was the final turning point of the conflict. After failing to crush the rebellion in New England and the mid-Atlantic states, the British turned their attention in 1778 to the South, hoping to retake Georgia, South Carolina, North Carolina and Virginia. At first the Southern Strategy, as the British termed the initiative, achieved spectacular results. Within 20 months, the redcoats had wiped out three American armies, retaken Savannah and Charleston, occupied a substantial portion of the South Carolina backcountry, and killed, wounded or captured 7,000 American soldiers, nearly equaling the British losses at Saratoga. Lord George Germain, Britain’s American Secretary after 1775, declared that the Southern victories augured a “speedy and happy termination of the American war.”

    But the colonists were not broken. In mid-1780, organized partisan bands, composed largely of guerrilla fighters, struck from within South Carolina’s swamps and tangled forests to ambush redcoat supply trains and patrols. By summer’s end, the British high command acknowledged that South Carolina, a colony they had recently declared pacified, was “in an absolute state of rebellion.” Worse was yet to come. In October 1780, rebel militia and backcountry volunteers destroyed an army of more than 1,000 Loyalists at Kings Mountain in South Carolina. After that rout, Cornwallis found it nearly impossible to persuade Loyalists to join the cause.

    In January 1781, Cornwallis marched an army of more than 4,000 men to North Carolina, hoping to cut supply routes that sustained partisans farther south. In battles at Cowpens and Guilford Courthouse and in an exhausting pursuit of the Army under Gen. Nathanael Greene, Cornwallis lost some 1,700 men, nearly 40 percent of the troops under his command at the outset of the North Carolina campaign. In April 1781, despairing of crushing the insurgency in the Carolinas, he took his army into Virginia, where he hoped to sever supply routes linking the upper and lower South. It was a fateful decision, as it put Cornwallis on a course that would lead that autumn to disaster at Yorktown, where he was trapped and compelled to surrender more than 8,000 men on October 19, 1781. The next day, General Washington informed the Continental Army that “the glorious event” would send “general Joy [to] every breast” in America. Across the sea, Lord North reacted to the news as if he had “taken a ball in the breast,” reported the messenger who delivered the bad tidings. “O God,” the prime minister exclaimed, “it is all over.”

    VI. General Washington Was A Brilliant Tactician And Strategist

    Among the hundreds of eulogies delivered after the death of George Washington in 1799, Timothy Dwight, president of Yale College, averred that the general’s military greatness consisted principally in his “formation of extensive and masterly plans” and a “watchful seizure of every advantage.” It was the prevailing view and one that has been embraced by many historians.

    In fact, Washington’s missteps revealed failings as a strategist. No one understood his limitations better than Washington himself who, on the eve of the New York campaign in 1776, confessed to Congress his “want of experience to move on a large scale” and his “limited and contracted knowledge . . . in Military Matters.”

    In August 1776, the Continental Army was routed in its first test on Long Island in part because Washington failed to properly reconnoiter and he attempted to defend too large an area for the size of his army. To some extent, Washington’s nearly fatal inability to make rapid decisions resulted in the November losses of Fort Washington on Manhattan Island and Fort Lee in New Jersey, defeats that cost the colonists more than one-quarter of the army’s soldiers and precious weaponry and military stores. Washington did not take the blame for what had gone wrong. Instead, he advised Congress of his “want of confidence in the Generality of the Troops.”

    In the fall of 1777, when Gen. William Howe invaded Pennsylvania, Washington committed his entire army in an attempt to prevent the loss of Philadelphia. During the Battle of Brandywine, in September, he once again froze with indecision. For nearly two hours information poured into headquarters that the British were attempting a flanking maneuver—a move that would, if successful, entrap much of the Continental Army—and Washington failed to respond. At day’s end, a British sergeant accurately perceived that Washington had “escaped a total overthrow, that must have been the consequence of an hours more daylight.”

    Later, Washington was painfully slow to grasp the significance of the war in the Southern states. For the most part, he committed troops to that theater only when Congress ordered him to do so. By then, it was too late to prevent the surrender of Charleston in May 1780 and the subsequent losses among American troops in the South. Washington also failed to see the potential of a campaign against the British in Virginia in 1780 and 1781, prompting Comte de Rochambeau, commander of the French Army in America, to write despairingly that the American general “did not conceive the affair of the south to be such urgency.” Indeed, Rochambeau, who took action without Washington’s knowledge, conceived the Virginia campaign that resulted in the war’s decisive encounter, the siege of Yorktown in the autumn of 1781.

    Much of the war’s decision-making was hidden from the public. Not even Congress was aware that the French, not Washington, had formulated the strategy that led to America’s triumph. During Washington’s presidency, the American pamphleteer Thomas Paine, then living in France, revealed much of what had occurred. In 1796 Paine published a “Letter to George Washington,” in which he claimed that most of General Washington’s supposed achievements were “fraudulent.” “You slept away your time in the field” after 1778, Paine charged, arguing that Gens. Horatio Gates and Greene were more responsible for America’s victory than Washington.

    There was some truth to Paine’s acid comments, but his indictment failed to recognize that one can be a great military leader without being a gifted tactician or strategist. Washington’s character, judgment, industry and meticulous habits, as well as his political and diplomatic skills, set him apart from others. In the final analysis, he was the proper choice to serve as commander of the Continental Army.

    VII. Great Britain Could Never Have Won The War

    Once the revolutionary war was lost, some in Britain argued that it had been unwinnable. For generals and admirals who were defending their reputations, and for patriots who found it painful to acknowledge defeat, the concept of foreordained failure was alluring. Nothing could have been done, or so the argument went, to have altered the outcome. Lord North was condemned, not for having lost the war, but for having led his country into a conflict in which victory was impossible.

    In reality, Britain might well have won the war. The battle for New York in 1776 gave England an excellent opportunity for a decisive victory. France had not yet allied with the Americans. Washington and most of his lieutenants were rank amateurs. Continental Army soldiers could not have been more untried. On Long Island, in New York City and in upper Manhattan, on Harlem Heights, Gen. William Howe trapped much of the American Army and might have administered a fatal blow. Cornered in the hills of Harlem, even Washington admitted that if Howe attacked, the Continental Army would be “cut off” and faced with the choice of fighting its way out “under every disadvantage” or being starved into submission. But the excessively cautious Howe was slow to act, ultimately allowing Washington to slip away.

    Britain still might have prevailed in 1777. London had formulated a sound strategy that called for Howe, with his large force, which included a naval arm, to advance up the Hudson River and rendezvous at Albany with General Burgoyne, who was to invade New York from Canada. Britain’s objective was to cut New England off from the other nine states by taking the Hudson. When the rebels did engage—the thinking went—they would face a giant British pincer maneuver that would doom them to catastrophic losses. Though the operation offered the prospect of decisive victory, Howe scuttled it. Believing that Burgoyne needed no assistance and obsessed by a desire to capture Philadelphia—home of the Continental Congress—Howe opted to move against Pennsylvania instead. He took Philadelphia, but he accomplished little by his action. Meanwhile, Burgoyne suffered total defeat at Saratoga.

    Most historians have maintained that Britain had no hope of victory after 1777, but that assumption constitutes another myth of this war. Twenty-four months into its Southern Strategy, Britain was close to reclaiming substantial territory within its once-vast American empire. Royal authority had been restored in Georgia, and much of South Carolina was occupied by the British.

    As 1781 dawned, Washington warned that his army was “exhausted” and the citizenry “discontented.” John Adams believed that France, faced with mounting debts and having failed to win a single victory in the American theater, would not remain in the war beyond 1781. “We are in the Moment of Crisis,” he wrote. Rochambeau feared that 1781 would see the “last struggle of an expiring patriotism.” Both Washington and Adams assumed that unless the United States and France scored a decisive victory in 1781, the outcome of the war would be determined at a conference of Europe’s great powers.

    Stalemated wars often conclude with belligerents retaining what they possessed at the moment an armistice is reached. Had the outcome been determined by a European peace conference, Britain would likely have retained Canada, the trans-Appalachian West, part of present-day Maine, New York City and Long Island, Georgia and much of South Carolina, Florida (acquired from Spain in a previous war) and several Caribbean islands. To keep this great empire, which would have encircled the tiny United States, Britain had only to avoid decisive losses in 1781.Yet Cornwallis’ stunning defeat at Yorktown in October cost Britain everything but Canada.

    The Treaty of Paris, signed on September 3, 1783, ratified the American victory and recognized the existence of the new United States. General Washington, addressing a gathering of soldiers at West Point, told the men that they had secured America’s “independence and sovereignty.” The new nation, he said, faced “enlarged prospects of happiness,” adding that all free Americans could enjoy “personal independence.” The passage of time would demonstrate that Washington, far from creating yet another myth surrounding the outcome of the war, had voiced the real promise of the new nation.

    Historian John Ferling’s most recent book is The Ascent of George Washington: The Hidden Political Genius of an American Icon. Ilustrador Joe Ciardiello lives in Milford, New Jersey.

    CORRECTION: An earlier version of this story placed Kings Mountain in North Carolina instead of South Carolina. We regret the error.


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